Nenhum dos movimentos políticos e correntes de ideias que existem em circulação têm meios de lidar com o problema da globalização na escala global, cada um deles só vê um pedaço da coisa, que é o pedaço que é determinado pela sua escala de prioridades – Olavo de Carvalho

“A situação atual do mundo é definida pela presença de um elemento que até uns séculos atrás era totalmente desconhecido. Esse elemento é a existência de uma elite internacional muito rica, muito poderosa e que resolveu, já há bastante tempo, integrar suas atividades e trabalhar em favor de um plano unificado de governo mundial.

Essa elite tem origem em alguns fatores que são até bem antigos. Por exemplo, essas associações entre bancos internacionais; creio que no século XII ou XIII já existia isso. O sujeito tinha um banco numa nação e entrava em acordo com outros bancos em outros lugares de modo a poder exercer uma pressão unificada sobre os governos, de modo a endividá-los e a controlá-los. Se você procurar na história dessas antigas organizações bancárias, você verá que muitos desses banqueiros tinham perfeita consciência de controlar vários governos através do endividamento. Isso é uma coisa já bem antiga, de modo que não podemos dizer que a elite bancária seja uma grande novidade na história. Não, ela não é; o que é novidade é a proporção que o poder deles alcançou — a extensão das suas atividades em nível mundial (não há nenhuma nação que escape) — e o fato de que, mais ou menos a partir da segunda metade do século XIX, eles começaram a chamar a seu serviço intelectuais, cientistas, escritores etc., e num processo de permanente debate e intercâmbio chegaram a formular planos bastante nítidos.

Passou o tempo em que você poderia dizer que isso “ah, é teoria da conspiração!” ou “isso é hipótese”. Não, hoje em dia isso está tão bem documentado que o sujeito que duvida da existência disso por um segundo está fora do debate — é um imbecil total, uma pessoa que está tentando apreender uma situação mundial com conceitos e com imagens de cinquenta, ou sessenta, ou setenta anos atrás. Está completamente por fora.

Não pode haver grande dúvida de que a atuação desta elite financeira está por trás de praticamente todos os grandes movimentos políticos de alcance mundial que nós vimos no século XX, e que nenhum desses movimentos traduz inteiramente os objetivos e planos desta elite. Esses movimentos parciais traduzem, então, apenas parcialmente esses objetivos e planos, isto é, eles são forças colocadas em ação para que do seu confronto e, vamos dizer, da sua entremesclagem, se produza um resultado esperado.

Note bem: longe de mim a ideia mais ou menos mítica da “mão oculta” que controla as coisas, de um “poder secreto”, nada, nada, nada disso. Primeiro que nada disso é secreto: tudo isso é público, tudo isso está altamente documentado, e o que torna isso mais ou menos inapreensível pelo cidadão comum é, primeiro, a grande complexidade dos planos e, segundo, o altíssimo nível intelectual dessas discussões, que não são para qualquer pessoa discutir.

A coisa mais óbvia para mim é a seguinte: o cidadão comum — o eleitor comum — está totalmente desaparelhado para discutir essas coisas. É o mesmo que você colocar em debate, por exemplo, na sua congregação religiosa, uma questão de física quântica. As pessoas simplesmente não vão acompanhar o debate.

Esse problema de Nova Ordem Mundial também é demasiado complexo, e justamente por ser demasiado complexo ele requer a formação de uma intelectualidade que, não estando comprometida com esses planos e nem tendo necessariamente uma atitude militante contra, possa compreendê-lo desde fora. O fato é que, até hoje, a quase a totalidade da bibliografia que existe a respeito ou é produzida por pessoas de dentro mesmo do próprio esquema, ou seja, por intelectuais que estão a serviço desta elite, sabendo quais são os planos e desejando colaborar com eles, como por exemplo é o caso de Carroll Quigley ou, mais antigamente, Herbert George Wells, Aldous Huxley e outros tantos, ou então é uma bibliografia de natureza mais ou menos militante, produzida por pessoas que estão escandalizadas com esses planos e que os denunciam.

Ora, a denúncia vem frequentemente de movimentos já existentes — movimentos ou correntes de pensamento mais antigos — que reagem a essa novidade conforme a orientação de cada qual. Vários desses movimentos são criações da própria elite. Como, por exemplo, quando você vê marxistas, comunistas, denunciando o globalismo, ou denunciando as multinacionais etc. É claro que isto é uma fração deste enorme movimento de transformação mundial que, de certo modo, se volta contra o conjunto. Mas se volta contra o conjunto desempenhando nele uma função específica, justamente mediante esta revolta.

Como exemplo, há um caso que pode ilustrar isso de uma maneira claríssima. Vocês lembram quando esteve no Brasil um militante ecologista francês chamado José Bové. O Bové, então, invadiu lá umas terras que pertenciam à empresa Monsanto, que estava trabalhando com sementes transgênicas e ele, protestando contra os transgênicos, foi lá e arrancou várias plantas, parece que ateou fogo, enfim: destruiu a plantação da Monsanto. Vista na escala menor e local, do que isso se trata? É um militante da esquerda, um militante de inclinação socialista, e que está em luta contra uma multinacional — uma expressão do capitalismo. Bem, acontece que essa empresa Monsanto é um dos pilares da Nova Ordem Mundial alimentar, que é o controle dos alimentos em escala global por órgãos da ONU. A Monsanto é a empresa que preside isto aí. Ora, você ter uma espécie de controle estatal da alimentação em nível mundial é a coisa mais socialista que você pode imaginar. Sob este aspecto, a Monsanto é infinitamente mais esquerdista e mais radical do que o José Bové. Acontece que, naquele momento, para o José Bové, dentro da perspectiva dele, dentro do horizonte dele, só existiam dois elementos em jogo: de um lado, a ideologia ecologista que ele tem, e, do outro lado, a proposta dos alimentos transgênicos, que seria segundo ele um atentado anti-ecológico, antinatural, anti-biológico, etc, etc.

Então, é claro que a mídia, quando chega a noticiar esses acontecimentos, o faz dentro da escala micro (a escala local), e dentro dessa escala eles têm um significado que frequentemente está absorvido e desmentido pelo significado que as coisas têm numa escala superior. Essas ambiguidades tornam o processo incompreensível a quem quer que não tenha um treino historiográfico suficiente, capaz de acompanhar e de traduzir esses vários níveis de significado que os acontecimentos têm conforme a amplitude maior ou menor de horizonte com que eles sejam enfocados.

Então, encontrar a escala certa, a perspectiva certa, é o grande problema nestas coisas. O que quer que você tente, qualquer acontecimento que você tente interpretar ou tente compreender, você o faz desde uma determinada perspectiva e dentro de uma escala de prioridades que é a sua. Neste mesmo caso você vê que, como a escala de prioridades do jornalismo brasileiro é a escala de prioridades da esquerda local, então é assim que eles interpretam o acontecimento. Qual é o enredo, qual é a narrativa dentro da qual este episódio aparece e dentro da qual ela adquire sentido para ele? É a narrativa da luta de classes. Então, você verá ali o José Bové como representante dos pequenos proprietários, dos agricultores, etc, em luta contra o grande capital. Este é o enredo que eles leem, e esse enredo é determinado pela escala de prioridades deles.

Qual é a nossa escala de prioridades? A nossa escala de prioridades é tentar compreender a coisa na sua totalidade, na sua dimensão integral, em vista de valores civilizacionais mais permanentes. Nós queremos saber o que isso significa, o que esta grande transformação significa dentro da história humana até onde nós podemos enxergá-la. Não que eu tenha que acreditar necessariamente numa unidade integral da história humana. Não, eu sei que a história humana é constituída às vezes de pedaços absolutamente incomunicáveis, e que existem desenvolvimentos históricos totalmente independentes que nós não conseguimos enquadrar numa visão historiográfica ou, por assim dizer, numa “meta-história” integral. Não é isso. Mas, até onde a nossa vista alcança, nos temos uma concepção do que se passou da história, do que é o ser humano dentro dos cosmos e o que nós estamos fazendo aqui. Então, é à luz desta perspectiva maior que nós temos que tentar entender este processo de nova ordem mundial dentro do qual vai se desenrolar a nossa própria atividade de estudiosos, de intelectuais, de escritores, de cientistas etc.

Nós podemos, por um lado, aceitar que essa análise se baseie em valores já assumidos de antemão, contanto que esses valores tenham um sentido de universalidade suficiente. Se eu quero julgar o movimento globalista, a globalização, à luz do movimento socialista, eu não posso fazê-lo. Por quê? Porque o movimento socialista é uma parte do próprio movimento globalista, é uma função dele, e por ele foi criado. Então, o movimento socialista não terá jamais a amplitude para poder se colocar acima deste movimento e enxergá-lo. A pergunta seria: quem pode julgar essa reforma globalista? Eu respondo: “bem, só quem seja capaz de enxergar um pouco para além dela”.

Isso significa que nós temos que tomar como medida de aferição da nossa visão de conjunto a visão que é apresentada pelos grandes historiadores que participam do movimento da globalização, especialmente dois: um que é Arnold Toynbee e outro que é o Carroll Quigley. Ou seja, nós temos que enxergar no mínimo o que eles enxergam. Porque todo este plano de globalização se entende a si próprio como um passo civilizacional que está sendo dado dentro de uma visão que eles têm da história. Então, é claro que estudar as obras do Arnold Toynbee e do Carroll Quigley é uma condição absolutamente necessária para que você possa começar a raciocinar a respeito do assunto. E só quando você adquire uma visão dos princípios gerais de interpretação e de avaliação que eles estão usando é que você pode tentar arriscar alguma coisa que seja superior, que seja intelectualmente mais sólida, mais relevante e que tenha um padrão de universalidade mais defensável do que o que eles estão propondo.

No conjunto, esse movimento da globalização expressa uma crença profunda de que existe um movimento da história que se dirige no sentido do controle maior da natureza pelo ser humano e, portanto, no sentido da centralização do poder. Esses princípios parecem ser óbvios.

Se você procurar por constantes da história humana, uma constante que você vai encontrar, e que foi ressaltada pelo Ellsworth Huntington (não confundir com Samuel Huntington, que parece que é neto ou filho dele) no livro “As Fontes da Civilização” (“Mainsprings of Civilization”), é o contato cada vez maior entre culturas diferentes. Você vê que de fato isto é uma constante na história: várias culturas vão crescendo e, em função do próprio crescimento da população — o qual é outra constante: a população terrestre jamais diminuiu, ela sempre cresce — existe esta tendência de aproximação. Na mesma medida em que há a tendência à aproximação, existe a tendência de absorção das culturas menores pelas culturas maiores, há um processo de integração.

De fato, materialmente, isso acontece, porém a partir do momento em que algumas pessoas altamente qualificadas e com meios para isso entendem que existe este processo, e que este processo portanto se torna consciente, no instante seguinte o processo se torna voluntário e planejado. E isto é que é a definição da globalização: a globalização é a tentativa de conduzir, por meio deliberados e planejados, um processo que já vinha acontecendo, que é o processo da integração. Esta tentativa, por sua vez, se baseia também na ideia de que, do movimento anteriormente observado, pode-se deduzir algo, pelo menos conjecturalmente, quanto ao que deve vir no futuro.

Você verá que todas as correntes que favorecem, que fazem parte de um modo ou de outro desse movimento de globalização, todas elas têm uma visão do futuro, e acreditam que, como esse futuro toma a forma do controle cada vez maior do homem sobre a natureza, então o próprio processo que está incrementando esse controle pode ser ele também controlado. É a ideia do controle total do processo histórico. Porém, quando nós rastreamos a origem dessas discussões, nós vamos ver que alguns desses movimentos trabalharam mais profundamente esta ideia do controle crescente — mais profundamente e mais atentamente — e outros não. Por exemplo, quando você vê esse pessoal que no Brasil se chama “liberal” — aqui [nos EUA] não se chama liberal, e sim classic liberal; aqui, liberal quer dizer esquerdista soft (como os tucanos) e classic liberal é o que no Brasil se chama liberal: o sujeito que é a favor da livre empresa e que acha que a liberdade econômica é o fator fundamental na sociedade. Evidentemente, a posição destes indivíduos dentro do conjunto do movimento de que estou falando é extremamente sutil e ambígua. Na medida em que eles estão favorecendo a livre empresa, então é claro que eles não são a favor da economia planejada. Porém, na medida em que eles se opõem aos controles exercidos em escala nacional, eles acabam favorecendo uma transferência de poder das soberanias nacionais para a escala internacional. Como esse aspecto do poder político não é um ponto fundamental de interesse deles — eles estão interessados em economia; eles acham que se houver liberdade econômica o resto se resolve por si — muitas vezes seus ataques às soberanias nacionais (por exemplo, na medida em que eles são contra regulamentos protecionistas etc, que às vezes são a bandeira de defesa de uma nação menor contra uma nação maior, ou de defesa de uma nação contra o próprio processo globalista) vão enfraquecer esses estados nacionais e, automaticamente, favorecer a emergência de um controle global. Então, é como se eles estivessem lutando contra um monte de leviatãzinhos pequenos e favorecendo, mesmo a contragosto, o crescimento de um Leviatã maior em cima deles.

Esse processo, frequentemente, não é consciente. Eu jamais encontrei um único liberal que se dispusesse seriamente a discutir este problema do poder global. Olhem, por exemplo, esta abertura dos mercados, de que [os liberais] falam. Junto com a abertura dos mercados vem automaticamente o acréscimo dos regulamentos internacionais, e quando você cria regulamentos internacionais você tem que criar órgãos que imponham o cumprimento dessas leis. Então, você vai criando órgãos controladores e uma polícia a serviço desses órgãos controladores.

Isto é só para mostrar para [os liberais] que nenhum dos movimentos políticos e correntes de ideias que existem em circulação têm meios de lidar com o problema da globalização na escala global. Cada um deles só vê um pedaço da coisa, que é o pedaço que é determinado pela sua escala de prioridades. Se a sua prioridade é a liberdade de mercado, então você vai ver o globalismo em termos de liberdade de mercado. Mas, eu pergunto, e o resto que acontece paralelamente, e até em função disso? Ah, isso aí é considerado um problema secundário que a própria liberdade de mercado se encarregaria de resolver com o tempo — coisa que, absolutamente, não acontece. O fato é que, junto com a abertura dos mercados, aconteceu um crescimento formidável dos mecanismos internacionais de regulação e controle. As duas coisas vieram juntas, embora, do ponto de vista da pura teoria econômica, você não tenha como explicar isso aí. Por quê, em termos de economia, não tem como explicar que a simples abertura dos mercados fará crescer um poder de controle internacional? Porque isso não é um fator econômico, é um fator jurídico, político, geopolítico etc.

Do mesmo modo, quando você vê os enfoques comunistas, marxistas, da globalização, necessariamente eles vêem a globalização como um processo de crescimento capitalista que se opõe aos movimentos populares e de direitos humanos etc. Quando nós vamos rastrear o que está realmente acontecendo, nós vemos que todos estes movimentos, sem exceção, são todos eles criados, financiados, subsidiados e dirigidos desde a mesma elite global.

Por exemplo, esta semana eu escrevi um artigo (que deve sair a semana que vem) analisando, ou melhor, mencionando — em um artigo de jornal não é possível analisar coisa nenhuma — o livro da Frances Stonor Saunders, uma pesquisadora e historiadora inglesa. O livro chama-se “Quem Pagou a Conta? A CIA na Guerra Fria da Cultura” (Record, 2008). Lá pelas tantas, ela denuncia como uma dessas operações da CIA destinada a favorecer o imperialismo capitalista, o fato de que em 1969 a Fundação Ford deu um dinheiro para o Fernando Henrique Cardoso e outros professores demitidos da USP criarem o CEBRAP — Centro Brasileiro de Análise e Planejamento. O jornalista Sebastião Nery, que é um sujeito notável pela sua inteligência glútea, imediatamente escreveu um artigo dizendo “Olha aí! A interferência! O imperialismo! O Fernando Henrique se vendeu para o imperialismo ianque!” etc… Acontece que a Fundação Ford desde os anos 50 já era acusada de favorecer a propaganda comunista, e todos os empreendimentos que ela financia no mundo são todos empreendimentos da esquerda — o gayzismo, o abortismo, o feminismo, cotas raciais etc. Todo mundo sabe que qualquer aluno que entra na USP, que foi aprovado no vestibular da USP, já encontra um sujeito da Fundação Ford na porta te esperando para oferecer uma verba se você fizer a pesquisa que chegue à conclusão “x” ou “y”, favorecendo sempre essas causas da esquerda. Então, o fato de o Fernando Henrique aceitar esse dinheiro da Fundação Ford não representa, de maneira alguma, uma traição à esquerda. Mas quantas pessoas no Brasil sabem o que é realmente a Fundação Ford? A Fundação Ford, para eles, tem um nome americano — então deve representar o “imperialismo americano”.

Uma visão real do que está acontecendo aqui nos EUA ninguém tem no Brasil. Ninguém, ninguém, ninguém. É tudo filtrado pela lente de uma esquerda local, provinciana. É tudo visto numa escala onde o significado das coisas pode ser até invertido, onde uma fundação notoriamente pró-esquerdista, pró-comunista, etc, aparece então com a figura do “imperialismo ianque”. E o Fernando Henrique, que é um sujeito que tem uma atuação consistente de quarenta e tantos anos a favor do socialismo fabiano — esse socialismo fabiano é o chamado socialismo não-revolucionário, quer dizer, não é revolucionário no sentido de não ser violento, mas é revolucionário também, no sentido em que eu uso a palavra revolucionário —, que é um sujeito que tem uma folha corrida de serviços prestados a esse movimento, com uma coerência notável ao longo de quarenta ou cinquenta anos, aparece, então, aos olhos de uma outra ala da esquerda, como se fosse um traidor pró-capitalista. E você sabe que toda a discussão brasileira é esta: PT versus PSDB. Quer dizer, essa é uma discussão interna de uma facção do movimento globalista. É claro que, nessa escala, assim como na escala de pensamento dos liberais, não é possível compreender o que se passa.

Seria ridículo, absolutamente ridículo, você tentar imaginar que esse movimento de globalização tem por finalidade fazer os camaradas ganharem mais dinheiro. Isso é inteiramente absurdo! Os indivíduos que controlam o fluxo internacional de dinheiro não têm por que ganhar mais dinheiro. Ganhar mais dinheiro não faz sentido. O sujeito que controla o dinheiro, controla o valor do dinheiro. (…) Todas as explicações econômicas para o globalismo são absolutamente fúteis, é claro que não se trata disso: As pessoas não vão tentar dirigir o fluxo inteiro da história humana só para elas ganharem mais dinheiro. Essa é uma visão de um provincianismo e de uma mesquinharia mental a toda prova. O fato é que entre os próceres globalistas vocês vão encontrar as pessoas mais idealistas, devotadas e altruístas do mundo; jamais pensaram em como elas vão ganhar mais dinheiro. Então é claro que o problema não é este. Agora, que é um problema de poder, isto é.”


Olavo de Carvalho – Curso online de filosofia: aula 022, 05/09/2009.


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