Não é de espantar que a elite globalista se aproxime e busque uma espécie de simbiose com a classe científica, porque esta tem os meios científicos de realizar o controle global – Olavo de Carvalho

“Uma das promessas da ciência moderna, desde seu aparecimento com Galileu, Newton etc., é controlar o ambiente físico. Agora, nós só podemos controlar o ambiente físico através da ação humana. Ou seja, se nós não controlamos a ação humana nós não podemos controlar o ambiente físico. Então a ideia do controle do ambiente físico através do controle da ação humana é inerente ao espírito da ciência moderna e às promessas que ela pretende realizar. Até onde vão essas promessas?

Você verá que se existe uma linha marxista que propõe realizar uma sociedade X ou Y amanhã, e uma outra linha, que vem da ciência, que propõe realizar tais ou quais alterações no ambiente físico, supostamente para favorecer o ser humano, e a ser realizado através do controle da própria ação humana. É inevitável que essas duas correntes tenham algum parentesco entre si, e que elas, de algum modo, ora colaborem entre si, ora entrem em conflito entre si; ou seja, existe uma ideologia científica e existe o marxismo, e às vezes um é a favor do outro, às vezes é contra. Há um parentesco [aí], e chega um momento na história, por volta dos anos 20 e 30, em que a fusão desses dois elementos, da ideologia científica — da expectativa científica, da utopia científica se vocês quiserem — e o da utopia socialista, se fundem e se unificam perfeitamente. Isto acontece sobretudo no meio anglo-saxônico com grandes cientistas de orientação marxista como John Burton Halden e John D. Bernal. Eram líderes, eram ídolos intelectuais do movimento marxista por serem grandes cientistas, pessoas com vários prêmios científicos etc, e ao mesmo tempo por serem porta-vozes do marxismo. Então, a fusão indissolúvel dessas duas correntes de planejamento do futuro aparecem, por exemplo, neste trecho de John D. Bernal:

“Na prática da ciência já temos o protótipo para toda ação humana. Os métodos pelos quais esta tarefa é realizada, por imperfeita que seja a sua realização, são os métodos pelos quais a humanidade mais provavelmente assegurará o seu próprio futuro. No seu esforço, a ciência é comunismo”.

E outro cientista, também da mesma orientação, C. H. Waddington, dizia:

“A ciência por si mesma é capaz de fornecer à humanidade um modo de vida que é, em primeiro lugar, auto-consistente e harmonioso, e em segundo lugar, livre para o exercício daquela razão objetiva da qual depende o nosso progresso material. Até onde posso entender, a atitude científica da mente é a única que, no presente, é adequada a esses dois objetivos.”

Então, a atitude científica deve estender-se a todos os domínios da ação humana, e ela é a única maneira de você articular as ações humanas de modo a obter um modo de vida que seja auto-consistente, harmonioso, e racional.

O parentesco da atitude científica com a marxista não pára aí. Vocês verão que ao longo do século XX, e com alguns recuos temporários, prevalece a ideia de que é a ciência que deve arbitrar todas as grandes questões públicas. Ou seja, a mentalidade científica é a base da respeitabilidade intelectual; uma coisa se torna respeitável na medida em que tem consistência científica. Portanto admite-se que possam haver outras atitudes baseadas na religião, na estética, nas preferências pessoais, nas tradições etc. Porém, quando entram em choque com a ciência, é esta que tem que prevalecer, evidentemente. Por quê? Porque ela tem o controle racional do processo cognitivo, e portanto o controle racional das ações humanas, ao passo que os outros controles são “irracionais”.

Ao mesmo tempo em que há esta tendência de a “ciência” interferir cada vez mais nos debates públicos, e ser o grande árbitro, portanto a grande provedora dos valores culturais, morais, religiosos etc, existe uma outra tendência dentro da própria ciência que é a de especializar-se a um ponto em que os problemas internos de uma ciência já não são transmissíveis na linguagem geral. Essas duas tendências são fatos bastante observados e bastante reconhecidos. Você pode perguntar para qualquer físico e ele lhe dirá “Ah, mas esses conceitos fundamentais da física não são traduzíveis em termos gerais; eles só podem ser expressos matematicamente, e não há ponte entre eles e os conceitos gerais que nós usamos nas discussões culturais da humanidade.” Ora, mas espera um pouquinho: se a ciência é o fator que deve presidir e organizar todas as questões culturais, as finalidades da vida, a seleção dos valores, e por outro lado esta ciência é incomunicável nos termos desses mesmos valores gerais, então isso significa o seguinte, que a autoridade que a ciência exerce sobre as questões gerais não é de ordem racional! Se você tem uma elite científica que está de posse de um conhecimento que é incomunicável, e ao mesmo tempo esse conhecimento incomunicável é o que deve arbitrar todas as questões de ordem geral, sem poder se expressar nos termos do debate geral, isto significa que a ciência há de legislar nesses debates gerais por meio de sentenças que são incompreensíveis ao restante da humanidade.

Não é de espantar que a elite globalista, a elite dos grandes banqueiros internacionais se aproxime e busque uma espécie de simbiose com a classe científica, porque esta tem os meios científicos de realizar o controle global, e esses meios seriam não só incompreensíveis ao cidadão comum, mas impossíveis de serem expressos na linguagem geral. Mas ao mesmo tempo em que eles dizem que é impossível expressar na linguagem geral, eles estão continuamente escrevendo livros, e livros, e livros que traduzem as idéias científicas nos termos gerais. Você veja, todos esses livros tipo Richard Dawkins, Stephen G. Gould, Stephen Hawking, o que eles estão fazendo? Eles estão traduzindo na linguagem geral da cultura, da cultura superior evidentemente, aquelas mesmas ideias e conceitos que seriam teoricamente intraduzíveis.

A tentativa de legislar em nome do incomunicável e, ao mesmo tempo discutir o tempo todo em nome do incomunicável como se ele fosse comunicável é outra constante do século XX. E ao mesmo tempo, como este incomunicável depende de verbas estatais e de fundações privadas etc, etc, ele trabalha de maneira estreitamente ligada à elite financeira internacional.

Você veja que aquilo que pesa sobre o cidadão comum não é brincadeira. Por um lado você tem todo o dinheiro do mundo, e por outro lado você tem toda a ciência do mundo. Porém você ainda tem os grandes movimentos ideológicos, os grandes movimentos revolucionários como o marxismo. Quando funde esses três, onde chegamos? Aonde vão parar as ambições dessas pessoas? Eu vou dizer para vocês onde vai parar a ambição. Eu vou pegar aqui outro trecho… Aqui temos dois discípulos do John D. Bernal que se chamam John D. Barrell e Frank Tipler. Eles dizem que “toda evolução do universo está indo para chegar a um ponto ômega” (como Teilhard de Chardin, quer dizer, ainda temos uma quarta linha que é a desse modernismo católico) “No instante em que o ponto ômega for atingido, a vida terá conquistado o controle sobre toda a matéria e todas as forças, não apenas num universo singular, mas em todos os universos cuja existência seja logicamente possível. A vida terá se expandido em todas as regiões espaciais de todos os universos que podem logicamente existir”. Com “vida” ele quer dizer é o ser humano.

O próprio Bernal diz o seguinte: “Uma vez aclimatada a vida no espaço é improvável que o homem pare até que tenha alcançado e colonizado a maior parte do universo sideral”. Isto é, as estrelas. “E mesmo é improvável que isso seja o fim. O homem, em última análise, não estará contente em ser um parasita das estrelas, mas vai invadi-las e organizá-las para os seus próprios propósitos. Não se deve permitir que as estrelas continuem vivendo à sua maneira antiga, mas elas tem de ser transformadas em eficientes engenhos produtores de energia. Pela organização inteligente, a vida do universo poderia provavelmente ser prolongada por muitos milhões e milhões de vezes aquilo que ela seria sem organização”.

Veja, aqui nós temos um problema: o rapaz está querendo enfrentar a segunda lei da termodinâmica, que diz que onde quer que haja um esquema produtor de energia a produção decresce, ela declina. Isso se chama entropia, quer dizer, energia declinante, porque as diferenças vão sendo equalizadas e a energia declina. Então isso significa o seguinte: pela segunda lei da termodinâmica o universo tem que acabar. Isto seria realmente lamentável, mas através da ação organizada nós podemos transformar todas as estrelas em fontes de energia e utilizando isso de maneira racional fazer com que o universo viva milhões e milhões e milhões de vezes mais do que ele viveria pela segunda lei da termodinâmica. Isso não é um escritor de ficção científica, ele não escreve isso como se fosse ficção científica. E existem milhares de cientistas que pensam como esse.

Freeman Dyson, também um discípulo de Bernal: “Supondo-se que nós descubramos que o universo seja naturalmente fechado e condenado ao colapso, é concebível que, por intervenção inteligente, convertendo matéria em radiação, e fazendo a energia fluir de maneira propositada em escala cósmica possamos quebrar o universo fechado e mudar a topologia do espaço-tempo?”. É verdade que ele faz isso com uma interrogação.

Outro, o próprio Barral e Tipler de novo: “Se a vida inteligente estivesse já em operação em escala cósmica, antes que os buracos negros se aproximassem do seu estado explosivo, esses seres poderiam intervir para impedir os buracos negros de explodir”. Ou seja, em última instância a vida humana existe com a finalidade de impedir que o universo se destrua. Então nós estamos aqui para dominar a circulação total de energia no cosmos e reverter a entropia e fazer com que o universo continue existindo indefinidamente.

Continua aqui Paul Davis: “Nós somos convocados a ver como a vida inteligente pode ser apta a guiar o desenvolvimento físico do universo para os nosso próprios propósitos e possamos conseguir obter sucesso em moldar o universo. Podemos mesmo ser capazes de manipular as dimensões do espaço mesmo, criando bizarros universos artificiais com propriedade inimagináveis. Então seremos realmente os senhores do universo.”

Daí comenta aqui essa autora, Mary Midgley, uma autora muito interessante: “Esta perspectiva tem naturalmente o seu preço. Para isso as pessoas precisam transferir a sua consciência desde corpos orgânicos para máquinas. Então, para matérias cada vez mais sutilizadas, como poeira estelar, ou talvez luz.” Ou seja, a inteligência do ser humano será embocada em máquinas e depois em matéria sutil. De qualquer maneira, como explica Bernal, “nessa época, os corpos já terão sido deixados para trás há muito tempo”. E ele não coloca isso como uma hipótese de ficção científica, mas como o resultado lógico do tipo de humanidade que existe no presente. Dyson, que é discípulo dele, diz: “Nessa época os corpos já terão sido deixados para trás há muito tempo.” – e ele não coloca isso como uma hipótese, uma ficção científica, mas como o resultado lógico do tipo de humanidade que existe no presente. E segue dizendo: “é concebível que, em outros dez elevado à décima potência anos, a vida poderia se desenvolver para longe da carne e do sangue e tornar-se incorporada a um bloco de nuvens interestelares” — teoria aceita também por Fred Hoyle que me parece que foi prêmio Nobel — “ou num computador senciente.”

Isto aqui é a elite científica que preside os planos globais, sintetizando ali a corrente científica, a corrente marxista e os grandes poderes que formam hoje o plano de governo global. Nós estamos na mão destes caras. Qual é a ideia no fundo? É a seguinte: o Universo, como já dizia Teilhard de Chardin, existe para espiritualizar a humanidade. A humanidade vai se expandindo para o cosmos, dominando-o e transcendendo a sua forma física de existência. Passaremos então a existir como computadores sencientes ou como poeira interestelar inteligente. E teremos transcendido a nossa forma de existência corporal. É o que os caras chamam hoje de supra-humanidade ou trans-humanidade. Existem inúmeros cientistas e filósofos que defendem essa ideia, e esse pessoal trabalha intimamente ligado a esta elite globalista que os financia e neles se inspira ao mesmo tempo, de modo que é difícil saber quem manda em quem: se o pessoal do dinheiro ou o pessoal das ciências.

Há naturalmente uma certa ambiguidade: um certo poder intelectual dos cientistas e filósofos não é um poder pessoal, eles não podem sair dando ordens por aí, mas a longo prazo são eles que formam a cabeça dos próprios banqueiros, a não ser que haja algum banqueiro que seja, ele próprio, um filósofo. O George Soros pretende ser um filósofo, mas eu não acredito que a maior parte dos banqueiros esteja nesse caso. Então, eles pagam os cientistas e filósofos para que eles os alimentem de ideias. E são essas ideias que vão, em última análise, dirigir os seus planos de curto e de longo prazo. O mundo no qual nós vamos exercer a nossa atividade intelectual é determinado por esses fatores. As universidades, institutos de pesquisa e organismos internacionais existem para isso.

Por que esses camaradas que se julgam materialistas estão tão interessados em transcender a matéria? Em transformar-se em puros espíritos interestelares? É claro que isso é a realização das promessas bíblicas pelas vias exatamente inversas. Não é que o ser humano seja uma criatura espiritual, pelo contrário, é apenas uma criatura material, mas através da ajuda da ciência e de um pouco de dinheiro ele pode se espiritualizar. (…) Quando dizemos que esse negócio de Nova Ordem Mundial tem um fundo satânico, não é exagero nenhum.

A ideia dessa imortalidade fabricada, na qual você abdica do seu corpo e se transforma em poeira estelar inteligente ou em um computador inteligente, é uma ideia que hoje inspira pesquisas que custam bilhões de dólares no mundo. Isto não é ficção científica? A Mary Midgley diz o seguinte: qual a diferença entre os escritores de ficção científica e esses camaradas? O escritor de ficção-científica, quando ele mostra coisas incríveis acontecendo no futuro, ele não quer dizer que estas coisas vão acontecer necessariamente. Ele está, através da imagem do futuro, fazendo a metáfora do presente. A nossa estrutura social, nossos dramas etc, aparecem projetados no futuro. O escritor de ficção-científica não pretende ser um profeta no sentido temporal da coisa. Quando Aldous Huxley, por exemplo, mostra aquela sociedade onde todas as pessoas são reduzidas à total impotência e são todos controlados por um governo, ele não quer dizer que isso vai acontecer necessariamente assim, mas que na mesma época dele haviam pessoas se esforçando para que isso acontecesse. Do mesmo modo o 1984, ou A Máquina do Tempo, do H. G. Wells. A diferença entre esses escritores de ficção científica para estes caras é que estes últimos acham que isso vai acontecer realmente. Eles não estão fazendo uma imagem do presente projetado no futuro, eles estão falando do futuro efetivo, que pode ser um futuro de longuíssimo prazo, mas é a ideia desse futuro que está orientando a vida deles.

E em toda essa coisa fica esquecido um único fator: a duração da vida humana. Se eu faço um plano para o futuro, mas este plano vai se realizar, não digo em dez elevado à dez anos — dez com um montão de zeros — mas em duzentos anos, eu não vou estar vivo para ver o que eu fiz, então eu jamais posso ser responsabilizado. E em que sentido eu posso dizer que eu controlo o futuro, se eu mesmo não estarei lá para vê-lo? Isto significa que o auge do controle significa um perfeito descontrole.

(…) Esse controle não é de tipo responsável porque é sempre de longo prazo, ultrapassando a duração da vida do seu autor. Então, não é bem um controle, é um par de dados que ele jogou para cair num dia futuro, e o resultado, ele não estará lá para ver. Isto é a mesma coisa que dizer que o futuro da humanidade atual está sendo decidido por uma elite de loucos. Não posso negar que eles tenham um controle parcial sobre alguns processos de curto prazo. Por exemplo, nos últimos meses vimos um processo muito simples de como fazer dinheiro do nada. O senhor George Soros investiu oitocentos milhões na Petrobras, dois dias depois a Petrobras anunciou a descoberta do pré-sal e as ações do senhor George Soros se multiplicaram. Este ainda precisa fazer muito dinheiro. Passam-se meses e o senhor George Soros investe mais dinheiro na Petrobras, o Barack Obama diz que vai ajudar o Brasil a extrair o petróleo do pré-sal, as ações do homem crescem de novo e o dinheiro vai para as entidades que dão apoio a Barack Obama. Eles dominam esse tipo de processo de uma maneira fantástica. Como é que se transforma o prejuízo em lucro por meio da simples propaganda? Processos como esse eles controlam bem, controlam isso melhor do que uma epidemia. Por exemplo, vocês já ouviram falar da gripe suína. Ela não fez tantas vítimas assim, há um certo número de vítimas. Certamente a gripe comum mata muito mais gente, mas você anuncia que existe uma nova epidemia e que pode matar milhões de pessoas, portanto, você tem de criar novos mecanismos de controle. Já está em votação aqui nos Estados Unidos uma lei que permite, em nome da saúde pública, a invasão de qualquer casa sem mandado e a prisão de qualquer pessoa por tempo indeterminado. Para a proteção dela, evidentemente.

Note bem, é uma estupidez você imaginar, como Arlindo Abreu, que há o poder secreto que controla tudo. Na verdade, eles não controlam coisa nenhuma, eles estão interferindo. Eles interferem um bocado e tem capacidade de produzir acontecimentos, mas qual o controle que efetivamente eles têm? Nenhum. Não têm controle global sobre o futuro, mas tem controle sobre ações de curto prazo que modificam drasticamente a vida ainda dentro do prazo de duração da vida deles e que deixa efeitos incontroláveis para o futuro.

(…) Eu espero que vocês entendam que todo o aparato universitário do mundo está encaixado dentro dessa Nova Ordem. Verbas de pesquisas são inteiramente controladas por essas pessoas. A distribuição maior ou menor de prestígio científico, literário etc, também. É claro que existem rombos imensos, eles não tem um milésimo do poder que alegam, mas você pode se deixar impressionar por isso e querer encontrar o seu lugarzinho nesse esquema, ou querer “se utilizar do esquema” para outras finalidades. Tudo isso é impossível. Impossível. Agora, o que é possível? É possível você levar uma vida intelectual totalmente independente. Só que você tem de criar os seus próprios meios de divulgação, de subsistência etc. E evidentemente você tem de estar equipado com técnicas, com conhecimentos e com uma certa força de caráter e de espírito que supere a dessas pessoas. Se você tiver um pingo de medo desta coisa, pronto!, você já vai cair de quatro nesse esquema e vai ficar burro na mesma hora. É por isso que nessas aulas eu tenho insistido tanto neste lado psicológico e moral da coisa. De certo modo, o simples exercício da vida intelectual, se é para ser levado a sério, vai exigir que os seus protagonistas sejam homens de ferro, eles precisarão de uma coragem moral e até física muito grande. Essa coragem moral significa que você não deve se deixar impressionar por absolutamente nada.”


Olavo de Carvalho – Curso online de filosofia: aula 022, 05/09/2009.


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